Observatório das Adições

Uma nova compreensão das adições

Observatório das Adições Bruce K. Alexander nasce para estimular políticas públicas de inclusão social e gerar e socializar conhecimento sobre as adições.

  • Inclusão social
  • Políticas públicas
  • Conhecimento aberto
Bruce K. Alexander

Justificativa

A adição se manifesta no indivíduo, mas tem origem na sociedade

Observatório das Adições Bruce K. Alexander parte da compreensão de que não faz sentido destacar apenas um tipo de adição. Adição é aquilo que o indivíduo pratica contra a própria vontade, independentemente da frequência, quantidade ou efeito.

Os fatores que levam alguém a fazer o que não deseja são múltiplos e precisam ser investigados com permissão, desejo e participação da própria pessoa.

A metodologia reúne contribuições de Bruce K. Alexander e Paulo Freire, com atenção à autonomia, ao diálogo e à inclusão social.

Nossa missão

Conhecimento para transformar políticas e práticas

A missão publicada pelo Observatório combina fortalecimento do Estado, inclusão social e difusão de informação.

Fortalecer políticas públicas

Transferir conhecimento e tecnologia para ações públicas de inclusão social.

Promover inclusão social

Estimular respostas sociais que acolham em vez de adoecer ou criminalizar.

Gerar e difundir informação

Produzir e socializar conhecimento por conversas, livros, artigos, teses e vídeos.

Princípios

Acolhimento, participação e autonomia

O diagnóstico parte da própria pessoa ao pedir ajuda para deixar de fazer algo que se sente impelida a realizar.

Mãos reunidas em um gesto de colaboração

Sobre o Observatório.

Respostas baseadas na apresentação institucional publicada.

Adição é um fenômeno complexo, que precisa ser compreendido a partir da história, dos vínculos e das condições de vida de cada pessoa.

É um termo usado para falar de situações de dependência relacionadas ao uso de substâncias. Cada caso precisa ser compreendido em sua singularidade.

Os termos podem ser usados de formas diferentes. O Observatório prefere falar em adições para ampliar a compreensão do fenômeno.

Não. O uso de uma substância, por si só, não permite concluir que existe uma adição.

Sim. Existem diferentes formas de cuidado e tratamento, que devem considerar as necessidades e a situação de cada pessoa.

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